
Título: Louis Ensch e a Belgo Mineira
Autor: Antonio José Polanczyk
Sinopse: O Brasil tinha as maiores reservas de minério de ferro do mundo, mas não conseguia instalar uma usina siderúrgica. Quando o rei Alberto da Bélgica visitou Belo Horizonte, em 1920, o Presidente de Minas Gerais, Arthur Bernardes solicitou que ele se empenhasse em atrair investidores para a região. Em consequência, Gaston Barbanson, Presidente da Arbed, importante grupo de empresas siderúrgicas em Luxemburgo, criou o Sindicato do Brasil, que reunia diversas empresas, e enviou uma missão técnica a Minas Gerais. Associou-se com a Companhia Siderúrgica Mineira, criando a Companhia Siderúrgica Belgo Mineira. Na mesma ocasião, adquiriu a Mina do Andrade e a fazenda que pertencera a Jean Monlevade. Louis Ensch veio para o Brasil no ano de 1925, como responsável por todas as atividades da empresa em Minas Gerais, e com muito sucesso transformou a usina de Sabará na primeira usina siderúrgica integrada do Brasil. No ano de 1935, Ensch iniciou as obras de construção da usina de Monlevade, que foi a primeira grande indústria de aço no Brasil. O livro narra a epopeia de Louis Ensch, um luxemburguês que amou tanto a nossa terra, que pediu que seu corpo fosse enterrado em João Monlevade. Faleceu no ano de 1953, em Luxemburgo, e seu último desejo foi atendido. Repousa hoje ao lado de Jean Monlevade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Louis Ensch e a Belgo Mineira”, de Antonio José Polanczyk, publicado pela editora 3i Editora, em 2014 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: 3i Editora
Páginas: 224
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8566115325
ISBN13: 9788566115321
