
Título: Love Me
Autor: Garrison Keillor
Sinopse: In this charming departure from Lake Wobegon, bestselling author Garrison Keillor tells a hilarious and heartwarming tale of ambition, success and failure, and the virtues of real love. Aspiring writer Larry Wyler leads a quiet, decent life with his do-gooder wife, Iris, in St. Paul, Minnesota, but he wants more. When his literary debut becomes a hit, he departs for a Manhattan apartment, a job at the New Yorker, and three- martini lunches with the great editor, William Shawn. But when his second novel bombs and he finds himself in the grip of writer's block, Wyler discovers that successand the New York publishing sceneis a fickle mistress, indeed. Creatively barren, nearly destitute, and longing for Iris, he accepts a job writing "Ask Mr. Blue," a column doling out advice to the lovelorn. It may not be glamorous work, but through it Wyler discovers what's really important and sets out to win back the woman he left behind.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Love Me”, de Garrison Keillor, publicado pela editora Penguin Books, em 2004 e com 292 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 292
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 0142004995
ISBN13: 9780142004999
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
