
Título: Luckiest Bastard (Bastard #1.5)
Autor: J. L. Perry
Sinopse: It's been two years since reformed bastard Carter and his treasured wife, Indi, had their happy-ever-after in the #1 bestselling BASTARD . . . Contains: LUCKIEST BASTARD, a novella with HEA FIRST WHITE CHRISTMAS, a bonus story HOOKER, a sneak peek at J. L. Perry's forthcoming novel. COMING SOON. BASTARD, first two chapters of the bestselling full-length novel Two years and two children after their happy ending in BASTARD, Carter and Indiana have settled into married life after their tumultuous pasts. But a shocking event will threaten everything they hold dear . . . J. L. Perry is a mother and a wife. She was born in Sydney, Australia in 1972, and has lived there her whole life. Her other titles include MY DESTINY, MY FOREVER, DAMAGED, AGAINST ALL ODDS and the #1 bestseller, BASTARD, which is followed by the novella, LUCKIEST BASTARD. J. L. Perry is currently writing three novels: HOOKER, JAX and NINETEEN LETTERS. She would love to hear from you on Facebook or @JLPerryAuthor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Luckiest Bastard (Bastard #1.5)”, de J. L. Perry, publicado pela editora Hachette Australia, em 2015 e com 94 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Hachette Australia
Páginas: 94
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Hachette Australia apresentam uma variedade notável de temas e estilos, que vão desde narrativas pessoais e memórias ligadas à natureza até romances de suspense e histórias de transformação cultural. O catálogo inclui obras que exploram tanto a intimidade de experiências humanas, como o trauma e a superação, quanto relatos históricos e biográficos que trazem à tona conflitos sociais e culturais. A linguagem varia entre o acessível e o envolvente, com textos que podem ser densos em detalhes ou ágeis no ritmo, dependendo do foco, seja ele mais narrativo ou informativo. Essa diversidade sugere um interesse em contar histórias que dialogam com o cotidiano e também com questões mais amplas, como identidade, sobrevivência e relações humanas complexas.
