
Título: Lulli, a gata aventureira
Autor: Míriam Leitão
Sinopse: A chegada de um novo bebê é sempre uma aventura, e no caso de Lulli não foi diferente. Quer dizer, não foi diferente, mas foi. Isso porque Lulli nasceu com uma condição chamada Cri-du-Chat. Seu choro foi baixo e fininho como o miado de um gatinho, e o médico avisou que havia muitos "talvezes" no futuro da menina: Lulli talvez não ande. Lulli talvez não fale. Lulli talvez, talvez, talvez... Mas a vida ensina uma lição valiosa: talvez pode ser não, mas talvez também pode ser sim. Lulli, com seu choro de gatinho, também tinha a coragem de um leão. Ela foi fazendo tudo do jeito dela, sempre cercada de amor e incentivada por todos à sua volta, e nunca mais parou. Com uma boa dose de imaginação, descobriu que, apesar das diferenças, era como todo mundo: muito especial.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Lulli, a gata aventureira”, de Míriam Leitão, publicado pela editora Rocco, em 2025 e com 39 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Rocco
Páginas: 39
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6589642524
ISBN13: 9786589642527
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
