
Título: Maçonaria sem mistério
Autor: Claudio Blanc
Sinopse: Estudar a Maçonaria é uma tarefa tão fascinante quanto delicada. Portanto, um pequeno trabalho que oriente o leitor - maçom ou não - sobre o que é a Maçonaria deve abordar imprescindivelmente dois aspectos: a história da fraternidade e a filosofia que permeia. Através da história, é possível delinear os primórdios, as influências e a evolução que a ordem percorreu desde os tempos do Antigo Egito até os dias de hoje; e, ao se estudar sua filosofia, percebe-se a consistente sabedoria que constitui o aspecto iniciático da Maçonaria. É aqui que a fraternidade revela seu lado místico. Ensinada no Mistérios de Ísis e Osíris do Antigo Egito, presente na Índia de Buda, na Grécia de Orfeu e na Pérsia de Zoroastro, essa filosofia contém o cerne da verdade humana, inerente a todas as grandes religiões e entendida, hoje, como Filosofia Perene. Este livro busca oferecer ao leitor um trabalho conciso para orientá-lo em seus estudos e informá-lo sobre as bases dessa "Arte Real".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Maçonaria sem mistério”, de Claudio Blanc, publicado pela editora Nova Leitura, em 2006 e com 82 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Leitura
Páginas: 82
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8083943460
ISBN13: 7898083943467
Sobre a editora
Os livros da editora NOVA LEITURA apresentam uma variedade que vai do suspense e ação em cenários de faroeste e crime, até narrativas infantis ambientadas em mundos fantásticos e culturais. A leitura pode alternar entre o ritmo acelerado de conflitos envolvendo pistoleiros e justiceiros, e o tom mais contemplativo de histórias sobre povos indígenas ou inclusão social. As sinopses sugerem uma preocupação em equilibrar temas de tensão e aventura com conteúdos educativos e de sensibilização, como a introdução ao espiritismo ou o ensino da Língua Brasileira de Sinais. Esse contraste cria um catálogo onde o leitor pode encontrar tanto narrativas de conflito e justiça quanto abordagens mais didáticas e culturais.
