Skip to content Skip to footer
Madame Bovary

Título: Madame Bovary

Autor: Gustave Flaubert

Sinopse: « Emma ressemblait à toutes les maîtresses ; et le charme de la nouveauté, peu à peu tombant comme un vêtement, laissait voir à nu l’éternelle monotonie de la passion, qui a toujours les mêmes formes et le même langage. Il ne distinguait pas, cet homme si plein de pratique, la dissemblance des sentiments sous la parité des expressions. Parce que des lèvres libertines ou vénales lui avaient murmuré des phrases pareilles, il ne croyait que faiblement à la candeur de celles-là ; on en devait rabattre, pensait-il, les discours exagérés cachant les affections médiocres ; comme si la plénitude de l’âme ne débordait pas quelquefois par les métaphores les plus vides, puisque personne, jamais, ne peut donner l’exacte mesure de ses besoins, ni de ses conceptions, ni de ses douleurs, et que la parole humaine est comme un chaudron fêlé où nous battons des mélodies à faire danser les ours, quand on voudrait attendrir les étoiles. » (Extrait du chapitre XII.)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert, publicado pela editora Michel Lévy Fréres, em 1862 e com 513 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Michel Lévy Fréres

Páginas: 513

Ano: 1862

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2806231876

ISBN13: 9782806231871

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Gustave Flaubert é uma imersão em narrativas que equilibram rigor formal e uma ironia pungente, onde o ritmo varia entre o contemplativo e o tenso. A prosa é marcada por uma busca obsessiva pela palavra exata, com descrições minuciosas que criam imagens vívidas, seja da vida provinciana ou de ambientes históricos distantes. Os personagens, muitas vezes presos a ilusões ou a uma existência monótona, são retratados com uma neutralidade que evita julgamentos morais fáceis, o que intensifica a complexidade emocional e intelectual da obra. A tensão nasce da contradição entre o desejo de transcendência e a dura realidade, deixando no leitor perguntas sobre a natureza da felicidade, do fracasso e das convenções sociais. Esse equilíbrio entre análise psicológica e crítica social confere aos livros de Gustave Flaubert uma densidade que desafia o leitor a refletir sobre as limitações humanas e as ilusões do tempo vivido.

    Ver mais sobre o autor

    Leave a comment

    E-mail
    Password
    Confirm Password
    0
      0
      Seu Carrinho
      Carrinho VazioContinue Comprando
      0,0
      (0 avaliações)
      Clique no livrinho correspondente para avaliar.