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Madame Bovary (Malva)

Título: Madame Bovary (Malva)

Autor: Gustave Flaubert

Sinopse: Esta genial novela de Flaubert ha sido concebida casi el mismo rigor con que un ingeniero o un científico construye su obra. Aunque Flaubert se aleje de Zola en cuanto a la concepción y el propósito literario, y mas allá de cualquier encasilla miento de escuela, Madame Bovary puede ser leída como la tragedia misma del deseo que se enfrenta a las mas rígidas restricciones y censuras. Por entonces, Madame Bovary fue considerada una novela pornografica y le valio a su autor en 1857, un año después de su publicación, un proceso judicial. Sin embargo, Flaubert resulto luego absuelto por el juicio de miles de lectores que han consagrado esta obra como un verdadero canto al deseo. Dueño de una notable agudeza y penetración para exponer a los personajes mas diversos, Flaubert trazo la psicología de todos ellos con una genial maestría.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Madame Bovary (Malva)”, de Gustave Flaubert, publicado pela editora Gradifco, em 2011 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Gradifco

Páginas: 288

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 9871093365

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Gustave Flaubert é uma imersão em narrativas que equilibram rigor formal e uma ironia pungente, onde o ritmo varia entre o contemplativo e o tenso. A prosa é marcada por uma busca obsessiva pela palavra exata, com descrições minuciosas que criam imagens vívidas, seja da vida provinciana ou de ambientes históricos distantes. Os personagens, muitas vezes presos a ilusões ou a uma existência monótona, são retratados com uma neutralidade que evita julgamentos morais fáceis, o que intensifica a complexidade emocional e intelectual da obra. A tensão nasce da contradição entre o desejo de transcendência e a dura realidade, deixando no leitor perguntas sobre a natureza da felicidade, do fracasso e das convenções sociais. Esse equilíbrio entre análise psicológica e crítica social confere aos livros de Gustave Flaubert uma densidade que desafia o leitor a refletir sobre as limitações humanas e as ilusões do tempo vivido.

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