
Título: Madame Chrysanthème
Autor: Pierre Loti
Sinopse: No final do século XIX, durante a Belle Époque, o Japão tornou-se uma novidade para os Françeses. Pierre Loti (pseudônimo de Louis Marie Julien Viaud) era um oficial da Marinha, um escritor, e um membro da Académie Française. Grande parte de sua história - Madama Chrysanthème - se passa no Japão, sendo precursora da famosa ópera de Puccini Madame Butterfly. A ênfase no romance de Loti não é tanto sobre o amor, mas sobre o casamento de conveniência entre um oficial francês naval, Loti, e uma menina japonesae de dezoito anos de idade, Okane-San. Após seu casamento, ela é chamada de Madame Chrysanthème: simbolizando o Japão moderno.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Madame Chrysanthème”, de Pierre Loti, publicado pela editora Nabu Press, em 1926 e com 340 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nabu Press
Páginas: 340
Ano: 1926
Edição:
Linguagem: inglês
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Sobre a editora
Os livros da editora Nabu Press oferecem uma experiência de leitura marcada pela reedição de obras históricas e clássicas, muitas vezes com imperfeições que refletem sua origem original, como páginas borradas ou marcas do tempo. O catálogo sugere um compromisso com a preservação cultural, trazendo textos que vão de ensaios literários a narrativas baseadas em experiências reais, como relatos de guerra. A linguagem tende a ser formal e densa, adequada para leitores interessados em textos que desafiam o ritmo acelerado, com um tom que pode variar entre o reflexivo e o crítico. Há uma predominância de obras que dialogam com o passado, seja por meio de retratos sociais ou análises históricas, o que cria um contraste interessante entre o conteúdo antigo e a atualidade do leitor.
