
Título: Maigret at Picratt's (Inspector Maigret)
Autor: Georges Simenon
Sinopse: “A writer as comfortable with reality as with fiction, with passion as with reason.” —John Le Carré
When a Montmarte stripper overhears a plot to murder a countess, Inspector Maigret is on the case
Arlette, a beautiful young dancer at Picratt’s in Montmartre, reports to her local police station that she overheard two men at her club talking about planning to kill a countess. The police don’t think much of the claim—that is, until a few hours later when Arlette is found in her room, strangled to death. The police scramble to track down the men in question, but the next day the Countess von Farnheim, a drug addict living not far from Picratt’s, is found strangled. When Arlette’s own identity turns out to have been falsified, Inspector Maigret steps in and must dive into Paris’s seedy underbelly to discover the truth—before the killers can slip away.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Maigret at Picratt’s (Inspector Maigret)”, de Georges Simenon, publicado pela editora Penguin Books, em 2017 e com 192 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 192
Ano: 2017-05-30
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 024124028X
ISBN13: 9780241240281
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
