
Título: Mal de Montano, O
Autor: ENRIQUE VILA-MATAS
Sinopse: A arte de desaparecer, as sociedades secretas e o diario intimo sao alguns dos elementos privilegiados pelo espanhol Enrique Vila-Matas neste livro. A obsessao pela literatura e pelo literario, o desejo de ser a 'memoria da literatura' encarnada, ou seja, o 'mal de Montano', vai deixando, pagina a pagina, de ser uma enfermidade cuja cura e necessario encontrar para tornar-se um antidoto eficaz contra a morte da literatura e uma arma contra os inimigos do literario. Para essa cruzada, ironica e autoironica, o autor convoca seus autores-icones, alguns dos quais ja faziam parte do elenco notavel de Bartleby e companhia, como Robert Walser, Robert Musil, Franz Kafka e Fernando Pessoa. Se, naquele romance, o que justificava a presenca desses autores era o fato de, em algum momento, eles terem preferido nao mais escrever, o que os reune em O mal de Montano e a pratica do diario intimo, germe da autoficcao. Por meio de implacavel ironia, a obra comemora e celebra a riqueza e a forca da literatura. Para isso, conta com personagens notaveis, como Rosa, Rosario Girondo, e o inacreditavel Tongoy, um Nosferatu transformado em Sancho Panca ao se fazer fiel escudeiro do verdadeiro Quixote da literatura que e o narrador. A obra recebeu os premios Herralde (Espanha, 2002) e Medicis (Paris, 2003).
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Mal de Montano, O”, de ENRIQUE VILA-MATAS, publicado pela editora COSAC NAIFY, em 2005 e com 328 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: COSAC NAIFY
Páginas: 328
Ano: 2005
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575034456
ISBN13: 9788575034453
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,380
- Altura (cm): 15,50
- Largura (cm): 11,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Cosac Naify costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental e narrativa cuidadosa, frequentemente explorando a história da arte, literatura e cultura com profundidade. O catálogo revela uma predileção por textos que dialogam com o passado, seja por meio de biografias detalhadas, ensaios críticos ou clássicos literários revisitados. A linguagem tende a ser clara e precisa, com ritmo que pode variar do ensaístico ao narrativo, mantendo sempre um tom reflexivo e, por vezes, poético. Há uma atenção especial à fidelidade das traduções e à qualidade das ilustrações, que enriquecem a leitura e ajudam a construir atmosferas específicas. A diversidade do catálogo permite tanto uma imersão em temas acadêmicos quanto em histórias literárias que abordam conflitos sociais e humanos em diferentes épocas.
