
Título: Mal-estar na modernidade: Ensaios
Autor: Sergio Paulo Rouanet
Sinopse: Em As razões do Iluminismo, Sergio Paulo Rouanet refletiu sobre as tendências irracionalistas no Brasil e no mundo, e tentou opor a essas tendências um Iluminismo reformulado. Neste novo livro, dá um conteúdo conceitual mais preciso à idéia iluminista, a partir do funcionamento, em três configurações históricas - a Ilustração, o liberalismo e o socialismo -, dos momentos constitutivos do Iluminismo, que para Rouanet são a universalidade, a individualização e a autonomia.O autor explora sob vários ângulos esse tema, em ensaios de caráter histórico ou teórico, versando tanto sobre a realidade brasileira como sobre a cultura mundial. Numa fase de eclipse das certezas e de exaustão dos paradigmas, Mal-estar na modernidade propõe, não uma alternativa concreta, mas o debate em torno de um caminho possível - uma civilização iluminista.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Mal-estar na modernidade: Ensaios”, de Sergio Paulo Rouanet, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1993 e com 424 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 424
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571643261
ISBN13: 9788571643260
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,493
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
