
Título: Maldito invento dum baronete
Autor: Luiz Antonio Simas
Sinopse: Luiz Antonio Simas já se tornou um clássico da historiografia carioca. Seu olhar se volta preferencialmente para os espaços mínimos, miudinhos, que constituem a dimensão mais humana da História. Neste Maldito invento dum baronete, Simas investiga as origens e o desenvolvimento do Jogo do Bicho, não pela óptica usual, aquela que privilegia a contravenção ou o crime mas numa perspectiva inovadora, que compreende o Jogo como elemento fundamental da cultura popular, integrada ao complexo metafísico que envolve o Samba, o Futebol, as Religiões de Terreiro, os modos de ser e fazer da nossa inestimável herança afro-indígena. Alberto Mussa Intelectual ousado, pesquisador sagaz, observador participante, pensador dos mitos, ritos, práticas e idiossincrasias cariocas, Luiz Antonio Simas nos traz com esta publicação reflexões sobre uma das obras mais significativas da vida da mui heroica e leal cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro: o jogo do bicho. Estamos falando de uma obra que busca no passado elementos para continuar se debruçando sobre a ex-capital da República, livre das amarras das normas, dos jargões e das hipocrisias acadêmicas, mas encantado pelas dobras, frestas e esquinas. Felipe Magalhães
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Maldito invento dum baronete”, de Luiz Antonio Simas, publicado pela editora Mórula Editorial, em 2024 e com 156 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mórula Editorial
Páginas: 156
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 656128030X
ISBN13: 9786561280303
Sobre a editora
Os livros da editora Mórula Editorial trazem um diálogo intenso entre cultura, política e memória, frequentemente ancorados em pesquisas acadêmicas e perspectivas críticas sobre a realidade brasileira. A leitura desses títulos costuma exigir atenção a temas densos, como direitos humanos, violência estatal e questões sociais contemporâneas, mas também se abre para abordagens mais poéticas e artísticas, como o teatro de sombras e narrativas visuais ligadas à música. O catálogo revela uma pluralidade entre obras que investigam processos históricos e sociais com rigor documental e outras que exploram o improviso, o humor e a experiência estética, criando um contraste entre textos mais analíticos e outros de tom mais lírico ou experimental. A linguagem, em geral, é cuidadosa e reflexiva, com ritmo que pode variar do ensaio acadêmico ao relato sensível, sempre com um olhar atento às tensões políticas e culturais do país.
