
Título: MALDITOS, NEFASTOS, NOCIVOS
Autor: Brudzinski Severo
Sinopse: “São muitas violências contidas no interior do texto e dos personagens. Violências que vez ou outra se “incontêm” e extravasam nas ações, nos gestos. Mas, interessante, a linguagem do autor não é desbragada, não está com uma faca na mão rasgando o tecido dos textos. Ela tem um ritmo e esse ritmo é elegante, sopesado, sem a flacidez dos excessos. De quem conta com calma e domínio o desconcerto dos mundos que desfilam ao longo das peças aqui apresentadas. É esse ritmo que me fez ouvir sons de violino enquanto personagens se batem e se debatem, uma vez que os conflitos se dão ora com o outro, ora no interior do próprio sujeito, também ele habitado por fantasmas outros. (“Feche os olhos que eu conto uma história para afastar a mão do fantasma”, diz o início de “A rainha infeliz”. Curiosamente, no entanto, faz vivê-los, trá-los à tona – há quem diga que verbalizar fantasmas é forma de dispersá-los. Cada leitor, singular como é, que o confirme ou conteste).”
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “MALDITOS, NEFASTOS, NOCIVOS”, de Brudzinski Severo, publicado pela editora Kotter Editorial, em 2021 e com 116 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Kotter Editorial
Páginas: 116
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 658962447X
ISBN13: 9786589624479
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora KOTTER EDITORIAL propõem uma experiência de leitura que oscila entre o experimental e o cotidiano, com um forte viés poético e crítico. A linguagem varia do lirismo desconstruído ao humor ácido, passando por narrativas que exploram conflitos íntimos e sociais em contextos urbanos e históricos. O catálogo revela uma predileção por obras que desafiam formas tradicionais, seja na poesia que dialoga com vanguardas e concretismo, seja na prosa que investiga personagens complexos e situações ambíguas. Há também espaço para ensaios sociológicos e políticos que refletem sobre o Brasil contemporâneo, sempre com um olhar atento às tensões culturais e históricas.
