
Título: Mandalas da Espiritualidade
Autor: MAGELA / MENEZES BORBAGATTO
Sinopse: A palavra Mandala é de origem sânscrita, uma língua falada na Índia antiga, que significa círculo, o círculo da essência (círculo mágico), e simboliza a integridade natural. O círculo é a forma perfeita, símbolo da eternidade una, da paz e da harmonia. A existência das mandalas é tão antiga quanto as mais remotas manifestações culturais da humanidade, não havendo uma data precisa quanto à sua origem, pois elas existem em essência além do tempo e do espaço. Muitas religiões, de tempos e geografias distintas, utilizam a manifestação expressiva das mandalas em seus ritos e práticas, tais como as tradições hinduísta, budista, tibetana, indígenas e outras. Definimos então a Mandala que trataremos aqui como uma composição artística, circular (mesmo com formas triangulares e quadrangulares na construção de seu conjunto) e harmonicamente concêntrica. Contém 60 mandalas para colorir com explicações sobre cores e símbolos.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Mandalas da Espiritualidade”, de MAGELA / MENEZES BORBAGATTO, publicado pela editora ISIS, em 1999 e com 110 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: ISIS
Páginas: 110
Ano: 1999
Edição: Esoterismo
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8581890210
ISBN13: 9788581890210
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Isis convidam o leitor a explorar temas que transitam entre o espiritual, o esotérico e o humano, com narrativas que misturam investigação interior e mistérios cósmicos. A experiência de leitura frequentemente propõe reflexões profundas sobre a existência, a consciência e a reencarnação, apresentando tanto perspectivas filosóficas quanto relatos ficcionais carregados de emoção e tensão. O tom varia entre o contemplativo e o dramático, com algumas obras focadas em romances intensos e outras em estudos simbólicos, como o tarô e a kabbalah. O catálogo sugere um público interessado em autoconhecimento, misticismo e histórias que desafiam o entendimento comum da vida e da morte.
