
Título: Manifesto Convivialista. Declaração de Interdependência
Autor: Frederic Vandenberghe
Sinopse: Neste volume, submetemos o Manifesto ao debate e, por que não (?), ao dissenso. O livro contém duas partes. Na primeira, republicamos o Manifesto Convivialista tal como foi publicado em português pela Annablume em 2013. Em seguida, apresentamos uma tradução da apresentação por Alain Caillé e Philippe Chanial do número especial da Revue du MAUSS (2014, número 43, primeiro semestre) dedicado ao “Convivialismo como vontade e esperança”. A publicação deste primeiro volume de comentários sobre a sociedade convivial foi a ocasião para uma longa entrevista com o grande teórico do dom realizada por Francesco Fistetti e pelos organizadores desse volume. Fechamos a primeira parte com um brinde – uma entrevista breve mas potente de Edgar Morin, um dos tantos coautores do Manifesto. Na segunda parte – que intitulamos com referência oblíqua a Guy Debord e em homenagem a André Gorz “Comentários sobre a sociedade convivial”–, publicamos reflexões curtas (cinco páginas no máximo), incisivas e com críticas construtivas de intelectuais brasileiros. Dos organizadores
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Manifesto Convivialista. Declaração de Interdependência”, de Frederic Vandenberghe, publicado pela editora Annablume Editora e com 292 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Annablume Editora
Páginas: 292
Ano:
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8539108011
ISBN13: 9788539108015
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,420
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Annablume Editora revela um compromisso com obras que exploram temas sociais, políticos e culturais a partir de abordagens analíticas e interdisciplinares. O catálogo privilegia textos densos, que discutem questões como cidadania, políticas públicas, relações sociais contemporâneas e história, frequentemente com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. A linguagem tende a ser acadêmica, mas acessível, e o ritmo da leitura exige atenção para acompanhar reflexões que dialogam com ciências sociais, filosofia e estudos culturais. Em muitos casos, os livros propõem debates críticos sobre transformações sociais, identidades e processos históricos, com um tom que combina rigor teórico e preocupação com questões atuais.
