
Título: Manifesto Verde
Autor: Ignácio de Loyola Brandão
Sinopse: Manifesto Verde - O Presente é o Futuro, de Ignácio de Loyola Brandão, não é apenas mais um livro no mercado editorial sobre a questão ecológica. Escrito em forma de carta aos seus filhos, publicado pela primeira em vez em 1985 e, 13 anos depois, reescrito e ampliado, é um relato comovente sobre a situação do meio ambiente, para ser lido e relido por todos. Ao escrever, percebo que não é a vocês que me dirijo e sim aos homens de minha geração. Aos que estão no poder. E também àqueles que têm quarenta, trinta, vinte, dezoito anos. Aos que vão receber este país no futuro. Aos de minha geração é um apelo desesperado. (...) Pequenas histórias, casos do cotidiano, fatos, acontecimentos, notícias, dados estatísticos e até a Declaração Universal dos Direitos da Água, criada pela ONU em 1992, compõem esse manifesto, simultaneamente crítico, prazeroso e original.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Manifesto Verde”, de Ignácio de Loyola Brandão, publicado pela editora Global, em 1991 e com 47 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Global
Páginas: 47
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8571870055
ISBN13: 9788571870055
Sobre a editora
Os livros da editora Global apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e formal, que vai da poesia com jogos de linguagem e sonoridade refinada a narrativas curtas que exploram a condição humana em suas múltiplas facetas. O catálogo reúne obras que mesclam reflexão social e política, biografias, literatura infantil e juvenil com forte apelo visual, além de textos que convidam à meditação e ao autoconhecimento. O tom varia entre o lírico e o crítico, com frequência imerso em contextos históricos ou culturais específicos, como a cultura indígena ou o cenário brasileiro contemporâneo. Essa variedade sugere uma curadoria que valoriza tanto a densidade literária quanto a acessibilidade, com atenção a diferentes públicos, do leitor infantil ao adulto interessado em ensaios e crônicas.
