
Título: Manual de Cianotipia e Papel Salgado
Autor: Giorgi Fabio
Sinopse: Entre a placa de estanho de Niépce e a criação do primeiro CCD nos Laboratórios Bell, a fotografia sempre foi um terreno fértil para mudanças. Hoje vivemos o tempo da fotografia sem química. O que era o negativo, agora é binário. O que era cópia, agora é impressão, perfeita a cada vez e, ainda assim e, apesar de todos os saltos tecnológicos dos últimos vinte anos, a fotografia ainda depende de um fotógrafo para acontecer. Ao longo dos primeiros 70 anos de sua história, processos foram criados, adaptados, alterados e, finalmente, abandonados por conta de algum outro mais eficiente e a química para criar a imagem foi testada com ferro, ouro, cromo, mas adotou a prata como sua predileta. Conhecer um processo centenário, qualquer um deles; percorrer de forma física todos os seus passos até a imagem final nos torna parte dessa história e de toda a longa linha de desconhecidos que um dia se atreveram a “escrever com a luz”.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Manual de Cianotipia e Papel Salgado”, de Giorgi Fabio, publicado pela editora Ibis Libris Editora, em 2017 e com 100 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Ibis Libris Editora
Páginas: 100
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578232860
ISBN13: 9788578232863
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Ibis Libris Editora costumam apresentar uma leitura que combina poesia e reflexão filosófica, muitas vezes explorando a condição humana sob diferentes perspectivas. A experiência de leitura varia entre textos densos, como ensaios filosóficos que dialogam com clássicos, e obras poéticas que privilegiam o ritmo e a sonoridade para expressar emoções complexas. O catálogo também inclui narrativas que transitam entre o confessional e o experimental, com um tom que ora é meditativo, ora irônico ou bem-humorado. A diversidade temática abrange desde a poesia contemporânea até crônicas e relatos que exploram o cotidiano, a memória e questões sociais, sempre com uma linguagem cuidadosa e um ritmo que convida à reflexão pausada.
