
Título: Manual do Filósofo: Encheiridion de Epicteto
Autor: Epicteto
Sinopse: Epicteto, um dos grandes nomes do Estoicismo Imperial, nasceu no ano 55, em Hierápolis, na Frígia, e morreu por volta de 135, em Nicópolis. Entre 89 e 94, quando Domiciano expulsou de Roma todos os filósofos, Epicteto se retirou para Nicópolis, onde abriu sua escola de filosofia, que logo se tornou renomada. Seu pensamento nos chegou através de seu aluno Lúcio Flávio Arriano Xenofonte, cidadão romano de origem grega, que compilou suas aulas em oito livros, dos quais quatro sobrevivem, e constituiu o Encheirídion de Epicteto, tomando por base suas anotações das aulas do mestre. Consistindo em um conjunto de apotegmas para que o seguidor do Estoicismo tenha sempre ao alcance da mão os princípios para enfrentar as dificuldades da vida e vencê-las, o Encheirídion tornou célebre o nome de Epicteto, merecendo um amplo comentário de Simplício, que nos chegou.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Manual do Filósofo: Encheiridion de Epicteto”, de Epicteto, publicado pela editora Imprensa da Universidade de Coimbra, em 2014 e com 98 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Páginas: 98
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9892608240
ISBN13: 9789892608242
Sobre a editora
Os livros da editora Imprensa da Universidade de Coimbra apresentam uma leitura que convida à reflexão histórica e filosófica, com foco em traduções e estudos críticos de textos clássicos e temas políticos. A experiência de leitura costuma ser densa e acadêmica, mas também acessível, com obras que combinam rigor e clareza, como no caso de traduções comentadas de discursos gregos antigos e análises sobre o republicanismo em Portugal e Brasil. O catálogo revela um interesse recorrente por temas da antiguidade clássica, história medieval e política externa, além de dramaturgia contemporânea com um tom experimental e atento à forma breve. Há obras que privilegiam um ritmo mais analítico e outras que adotam um tom didático, especialmente em textos voltados para ensino e iniciação.
