
Título: Manual Para Sonhar De Olhos Abertos
Autor: Helio Flanders
Sinopse: Helio Flanders cria sua própria mitologia em seu livro de estreia, "Manual Para Sonhar de Olhos Abertos", para contar a trajetória de Pitico. Com nada além de uma mochila e uma bagagem que vai além de suas roupas, Pitico inventa um mundo que é seu e sem querer incentiva o leitor a fazer o mesmo. Num romance sentimental, as reflexões poéticas do personagem irrigam a narrativa para a criação de um mundo utópico e dão a tônica do livro onde o verdadeiro carro-chefe é o que se sente, e não exatamente o que acontece. Mesclando prosa e poesia, Helio Flanders leva o leitor pela jornada de Pitico em busca de si mesmo. Com personagens únicos e uma delicadeza ímpar, "Manual Para Sonhar de Olhos Abertos" é uma dessas histórias que chegam devagar apenas para envolver completamente o leitor.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Manual Para Sonhar De Olhos Abertos”, de Helio Flanders, publicado pela editora Editora Letramento, em 2021 e com 250 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Letramento
Páginas: 250
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6559320073
ISBN13: 9786559320073
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,383
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 13,89
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Letramento trazem narrativas que transitam entre o pessoal e o político, explorando temas como justiça social, identidade e memória com um tom sensível e reflexivo. A leitura costuma alternar entre relatos íntimos e análises críticas, muitas vezes abordando questões de gênero, raça e classe dentro de contextos brasileiros contemporâneos. O ritmo varia do lírico ao didático, com obras que dialogam tanto com leitores interessados em poesia e crônica quanto com aqueles que buscam ensaios e estudos sociais. O catálogo sugere uma atenção especial a vozes marginalizadas e a experiências que desafiam estruturas tradicionais, sem abrir mão de uma linguagem acessível e envolvente.
