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Maquetes de Papel

Título: Maquetes de Papel

Autor: Paulo Mendes da Rocha

Sinopse: Este livro-aula foi originado num curso oferecido pelo arquiteto capixaba na Casa Vilanova Artigas, de Curitiba, em 2006. De maneira envolvente e perspicaz, Mendes da Rocha revela como elabora as soluções de seus projetos, indica algumas de suas premissas criativas, discute questões contemporâneas envolvidas no projeto de arquitetura e emprega referências provenientes de vários campos do conhecimento, sobretudo da física, da geografia, das artes plásticas e da filosofia. O arquiteto demonstra a importância do momento em que constrói os modelos de papel como recurso para aferir suas proposições. No curso, o arquiteto descreve, passo a passo, o processo de projeto para os museus da Universidade de São Paulo (2000) e para o reservatório de Urânia-SP (1968), revelando os caminhos pelos quais a idéia se materializa em formas e volumes no espaço, e mostrando que a cidade e o homem estão sempre como referência estrutural para articular as edificações. :::Retirado do site da Submarino em set.2009:::

Contexto da obra

Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Maquetes de Papel”, de Paulo Mendes da Rocha, publicado pela editora Cosac Naif, em 2007 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.

Editora: Cosac Naif

Páginas: 64

Ano: 2007

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8575036254

ISBN13: 9788575036259

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Paulo Mendes da Rocha revela um olhar que mistura rigor técnico com uma sensibilidade humanista, onde a arquitetura é vista como um espaço vivo e compartilhado. A prosa é densa e precisa, carregada de reflexões que atravessam décadas de produção, com ritmo que varia entre o contemplativo e o direto, sempre ancorado na relação entre o homem e a cidade. A experiência convida o leitor a acompanhar o processo criativo, desde croquis e modelos até a materialização das obras, revelando um pensamento antidogmático e aberto à imprevisibilidade da vida. A tensão está na busca por uma arquitetura que não apenas construa, mas que também transforme o território e a experiência urbana, propondo uma cidade para todos. Essa combinação de técnica, política e poética torna a leitura instigante para quem se interessa por projetos que dialogam com o espaço público e privado.

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