
Título: Maquiavel Republicano
Autor: Newton Bignotto
Sinopse: Maquiavel Republicano é das tentativas mais bem sucedidas de desvendar o segredo do sinuoso caminho percorrido por Maquiavel na exposição de suas idéias. Evitando a tentação do subjetivismo e as aparentes facilidades do objetivismo, o autor filia-se à longa tradição interpretativa que associa o estudo da liberdade ao da república e enfoca sua pesquisa na análise das relações de Maquiavel com a tradição, encarnada tanto no humanismo cívico como no pensamento cristão e nos clássicos da Antigüidade. Na contracorrente dos historiadores que buscavam apenas uma definição formal da liberdade, e dos que viram na tradição apenas um amontoado de ideais cívicos, o autor expõe o núcleo do pensamento republicano do secretário florentino, mostra as rupturas que ele operou e a fecundidade de seus caminhos. Com isso o insere de novo no âmago de uma interrogação sobre a república e a liberdade, que vai além da simples querela de eruditos.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Maquiavel Republicano”, de Newton Bignotto, publicado pela editora Edições Loyola, em 1991 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 232
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515005301
ISBN13: 9788515005307
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,271
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
