
Título: Marcos Rey. Cronicas Para Jovens
Autor: Marcos Rey
Sinopse: Marcos Rey, conhecido do público juvenil por suas narrativas policiais, foi também um excelente cronista. Na crônica, ele pode se revelar um grande contador de casos, pode exercitar a percepção das coisas simples da vida, dos fatos mais corriqueiros do nosso cotidiano, e transformou todo esse material em boas doses de humor, de irreverência e de muita reflexão. Esta antologia, selecionada a partir das crônicas dominicais da revista Veja, reúne textos – “Memórias urbanas”, “Correio sentimental”, “Desculpe, foi engano”, “Cães de apartamento”, “Salas de espera”, “Pequenos prazeres, grandes emoções”, “Ah! Meu primeiro amor”, “O caminhão de mudança”, entre outros. Os namorados de hoje não precisam mais de veleiros, barcos e iates para seus passeios aquáticos, podem navegar pela internet. Ninguém morre afogado e é muito mais barato. (…) Em caso de desentendimento, o desenlace é bem mais simples nos namoros computadorizados. Basta apertar a tecla “delete”.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Marcos Rey. Cronicas Para Jovens”, de Marcos Rey, publicado pela editora Global Editora, em 2011 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Global Editora
Páginas: 144
Ano: 2011
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852601580X
ISBN13: 9788526015807
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
