
Título: Margens Teoricas: Memoria E Acervos Literarios
Autor: Roberto Said, Sandra Nunes
Sinopse: Os acervos de escritores apresentam-se hoje como um domínio de crescente interesse para os estudos literários e culturais. Além de fomentarem novas abordagens teóricas, propiciando o entrecruzamento de elementos ficcionais e biográficos, seu caráter fragmentado e parcial, flagrante nos registros enganosos, nos silêncios e vazios que o compõem, revela-se particularmente significativo para a leitura das subjetividades que ali atuaram. Margens teóricas explora esse espaço tramado entre o social e o literário, entre o histórico e o estético, entre o corpo e a letra – espaço fantasmático por excelência – , a fim de entrever as linhas de força que atravessam o arquivamento do sujeito e de sua escrita.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Margens Teoricas: Memoria E Acervos Literarios”, de Roberto Said, Sandra Nunes, publicado pela editora Editora UFMG, em 2010 e com 197 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Editora UFMG
Páginas: 197
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857041823X
ISBN13: 9788570418234
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 13,90
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Editora UFMG convidam o leitor a uma imersão em temas que transitam entre o pensamento crítico, a história e as ciências sociais, com uma forte presença da filosofia e da reflexão cultural. A experiência de leitura costuma ser densa, com obras que exploram desde análises filosóficas profundas até estudos sobre questões sociais contemporâneas, como política, educação e cultura. O catálogo revela um interesse por textos que dialogam com o presente, abordando desde as tradições literárias e artísticas até os desafios das tecnologias e das transformações sociais. O tom das obras varia entre o analítico e o ensaístico, com narrativas que privilegiam a reflexão cuidadosa e o debate conceitual.
