
Título: Maria: A face feminina de Deus
Autor: Reinaldo da Silva Junior
Sinopse: Este livro se concentra na história de uma incrível mulher, sem a intenção de produzir maiores polêmicas, não seguindo nenhuma teologia, caráter doutrinário e nem professar dogmas. O texto que vão ler, na verdade, flui por dois caminhos: o primeiro é uma reflexão livre sobre Maria, sua condição de mulher, de judia, de arquétipo do feminino, de deusa, de santa. Uma reflexão que procura, de forma assistemática, trazer as diversas facetas desta personagem histórica e mítica. O segundo caminho percorrido neste livro é o das narrativas poéticas de quatro passagens da vida de Maria: a anunciação do anjo sobre o nascimento de Jesus, a festa de Caná, onde ocorre o primeiro milagre da transformação da água em vinho, o momento onde Jesus crucificado entrega Maria aos cuidados de João e, por último, sua morte em Éfeso. A experiência com o feminino é um caminho que nos conduz ao sagrado. Maria é, sem dúvida, a expressão maior deste arquétipo feminino em nossa cultura.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Maria: A face feminina de Deus”, de Reinaldo da Silva Junior, publicado pela editora Artigo A, em 2017 e com 72 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Artigo A
Páginas: 72
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8565432734
ISBN13: 9788565432733
Sobre a editora
Os livros da editora Artigo A revelam um interesse por temas que transitam entre o prático e o reflexivo, com abordagens que vão da vivência corporal e espiritual até análises socioambientais e culturais. A experiência de leitura costuma alternar entre o tom didático — como em obras que detalham técnicas específicas ou processos criativos — e relatos pessoais, que convidam à reflexão íntima e ao aprendizado. O catálogo apresenta obras que exploram desde práticas tradicionais, como artes marciais, até questões contemporâneas, como sustentabilidade regional e desafios do cotidiano profissional. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras de caráter informativo, com linguagem acessível e ritmo que varia conforme o tema.
