
Título: Maria: a Mãe de Jesus
Autor: Giovanni Maria Bigotto
Sinopse: Esta obra, Maria: a Mãe de Jesus, apresenta a figura de Maria, mãe de Deus e nossa, a partir dos textos do Novo Testamento. E lá que se encontram as raízes de uma autêntica mariologia. O autor mostra como estudar Maria a partir do Novo Testamento, - estando sempre, em primeiro lugar, atento ao que o texto diz de Jesus, o Cristo -, é o caminho mais seguro da devoção à Virgem Maria. Atinge-se o rochedo sólido da fé dos primeiros cristãos e se descobre o grande respeito que eles tinham pela pessoa da Mãe de Jesus. Toda a grandeza de Maria está unida à ressurreição do Filho como o primeiro fruto e como primeira demonstração deste que pode produzir esta ressurreição. Ela torna-se também profecia por nós todos. Permeado pelo testemunho do próprio autor e escrito em linguagem simples e acessível, este livro é um excelente subsídio para quem deseja conhecer Maria, a mãe de Jesus e, como ela, tornar-se sempre mais discípulo e missionário de seu Filho Jesus.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Maria: a Mãe de Jesus”, de Giovanni Maria Bigotto, publicado pela editora Paulinas, em 2013 e com 495 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 495
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535634509
ISBN13: 9788535634501
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
