
Título: Maria dos Canos Serrados
Autor: Ricardo Adolfo
Sinopse: Maria não vai lá nada bem em sua relação de amor e ódio com o amante gigolô – e com o meio-irmão dele, e a ilusão de virar diretora desmorona quando descobre que a empresa acaba de falir. Para piorar, Maria se vê entre as promessas maliciosas de sua ex-chefe e os planos surreais do sindicato para salvar a firma. E é depois de algumas noitadas em um clube de tiro com as amigas que ela resolve brigar pelo que é seu. Absurda ao melhor estilo tarantinesco, “Maria dos Canos Serrados” é uma história engraçada, desaforada e crítica de uma mulher que decide, à sua maneira, que não vai mais levar desaforo para casa. “A nova literatura portuguesa passa obrigatoriamente por aqui.” – Valter Hugo Mãe “Ricardo Adolfo observa o seu país com feroz e acutilante ironia.” – José Eduardo Agualusa “O escritor mais notável da sua geração.” – António Pedro Vasconcelos “Uma maneira de falar completamente nova na literatura portuguesa.” – António Lobo Antunes
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Maria dos Canos Serrados”, de Ricardo Adolfo, publicado pela editora Dublinense, em 2000 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Dublinense
Páginas: 224
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8583181012
ISBN13: 9788583181019
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,220
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Dublinense costumam apresentar uma leitura que mescla densidade emocional e experimentação formal, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o social. É comum encontrar personagens em jornadas de autoconhecimento ou em situações-limite, como deslocamentos geográficos, crises políticas e conflitos pessoais, que revelam camadas complexas da existência humana. O tom varia entre o reflexivo e o tenso, com passagens que transitam entre a prosa poética e o realismo cru, sempre com atenção a detalhes cotidianos e culturais. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que desafiam formatos tradicionais e outras que se apoiam em narrativas mais lineares, mas todas com uma linguagem cuidadosa e imagens vívidas.
