
Título: Marília de Dirceu
Autor: Tomás Antônio Gonzaga
Sinopse: Conhecido por participar da Inconfidência Mineira, cujo objetivo era libertar o Brasil da coroa portuguesa, Tomás Antônio Gonzaga produziu a lírica amorosa mais popular da literatura de língua portuguesa. Em Marília de Dirceu, obra cheia de imagens graciosas e alegorias mitológicas, o autor explora os versos curtos e o refrão. Para o poeta Manuel Bandeira, ao se referir á lira III da parte III, o autor esqueceu "a paisagem e a vida europeia, os pastores, os vinhos, o azeite e as brancas ovelhinhas, esqueceu o travesso deus Cupido, e a sua poesia reflete com formosura a natureza e o ambiente social brasileiro, expressos nos termos da terra com um fino gosto que não tiveram seus precursores".
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Marília de Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga, publicado pela editora Editora Lafonte, em 2019 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Lafonte
Páginas: 200
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8581863124
ISBN13: 9788581863122
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,348
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Lafonte oferecem uma experiência de leitura que transita entre o clássico e o reflexivo, com obras que exploram desde os dilemas sociais e morais até a filosofia e a aventura. O catálogo apresenta narrativas que frequentemente abordam conflitos humanos profundos, como preconceito racial, críticas à sociedade e busca por autoconhecimento, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou culturais específicos. Há também espaço para textos que estimulam a reflexão filosófica e ética, com linguagem que pode variar do denso ao acessível, contemplando desde romances até ensaios e livros ilustrados. Essa diversidade sugere uma curadoria que valoriza o diálogo entre tradição literária e temas universais, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto envolvente.
