
Título: Más maldito Karma
Autor: David Safier
Sinopse: Daisy Becker es una actriz de segunda totalmente caótica: bebe, fuma y roba a sus compañeros de piso. A sus veintipocos años tendrá un accidente de tráfico con Steve Barton, una arrogante estrella de Hollywood que está en Berlín rodando la nueva película de James Bond. Una vez muertos, Buda les dice que en sus vidas han juntado demasiado mal karma, y ambos se reencarnan en hormigas. Pero ninguno de los dos tiene muchas ganas de ir a la guerra como soldados-hormiga. Además se enteran de que el mejor amigo de Daisy, del que ella está enamorada, y la mujer de Steve salen juntos. ¿Qué pueden hacer? Ir en busca del buen karma y subir los peldaños de la escalera de la reencarnación hasta volver a ser humanos. Pero no es tan sencillo, pues Daisy y Steve no se soportan y están constantemente echándose la culpa del accidente el uno al otro. Y todavía todo se vuelve más difícil cuando parece que se empiezan a enamorar... Si disfrutaste con Maldito karma, prepárate para acumular Más maldito karma.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Más maldito Karma”, de David Safier, publicado pela editora SEIX BARRAL, em 2015 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SEIX BARRAL
Páginas: 320
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8432225460
ISBN13: 9788432225468
Sobre a editora
Os livros da editora Seix Barral costumam apresentar uma narrativa que mescla rigor histórico e sensibilidade literária, explorando temas como conflitos políticos, memória familiar e dilemas éticos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, imersos em contextos sociais e históricos densos, onde o real e o ficcional se entrelaçam para provocar reflexão. O catálogo inclui desde obras com ritmo de thriller legal até poemas que dialogam com tradições poéticas e metapoéticas, revelando uma diversidade entre o mais narrativo e o mais ensaístico. O tom varia do íntimo ao coletivo, com atenção a questões de identidade, poder e memória, sempre com uma linguagem que privilegia a profundidade e a reflexão.
