
Título: Mata Virgem Terra Prostituta
Autor: Januário Amaral
Sinopse: Os múltiplos mitos, as variadas percepções e comportamentos em torno da antiga relação homem/natureza, os constantes conflitos e arranjos entre os diferentes atores sociais em um projeto de colonização em Rondônia constituem o pano de fundo do livro, resultado do trabalho de dissertação de mestrado em Geografia defendida pelo autor na USP, no início dos anos 90. Uma década depois, é possível constatar que as previsões mais sombrias feitas para o projeto de colonização “Sidney Girão” foram confirmadas para praticamente todos os outros projetos implantados no Estado. Formou-se uma seleta minoria de agricultores bem sucedidos, acompanhada da expropriação de outra parcela de colonos, posseiros, meeiros, agregados e dos índios, mostrando um progressivo e significativo envolvimento do capital comercial e financeiros na compra da terra e no direcionamento da produção.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mata Virgem Terra Prostituta”, de Januário Amaral, publicado pela editora Terceira Margem, em 2004 e com 180 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Terceira Margem
Páginas: 180
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Terceira Margem costumam explorar histórias que transitam entre o real e o imaginário, com um olhar atento às tensões sociais e culturais brasileiras. A experiência de leitura frequentemente envolve narrativas que misturam memória, identidade e conflitos históricos, como a repressão política e as migrações internas. O catálogo revela obras que dialogam com temas como a cultura afro-brasileira, as relações de trabalho e as dinâmicas rurais e urbanas, em textos que podem variar entre o ensaístico e o ficcional. O tom das obras é, em geral, reflexivo e denso, com uma linguagem que pode ser tanto poética quanto analítica, convidando o leitor a um mergulho em universos sociais e simbólicos complexos. Há obras que privilegiam uma abordagem mais narrativa, enquanto outras se aproximam do estudo acadêmico e da análise cultural.
