
Título: Matar para não morrer
Autor: Mary Del Priore
Sinopse: "Sempre chamando por Dilermando e anunciando que viera para “matar ou morrer”, Euclides entrou corredor adentro e deu um chute na porta do quarto onde se achava o mano. Disparou duas vezes. Dinorah se jogou contra ele, tentando imobilizá-lo. Mais dois tiros, dessa vez no corpo do jovem Dinorah. Este largou o doutor Euclides e recuou na direção de seu quarto, em busca de uma arma. De costas para o agressor, sentiu quando a bala entrou-lhe pelas costas e o sangue escorreu, quente, debaixo da camisa. Tarde demais. Nesse momento Dilermando entendeu que, entre ele e Euclides, qualquer conversa seria inútil. Que Euclides estava simplesmente decidido a matar um campeão de tiro. E mais: queria acabar com sua Salambô e, quem sabe, com Lulu. Era uma questão, como ele mesmo disse, de “vida ou morte”. Enfrentaram-se. Dilermando foi atingido abaixo da garganta, acima do estômago, do lado direito e recebeu um balaço na omoplata do lado direito das costas. Euclides, no ombro direito, no braço esquerdo e também do lado direito do peito. Uma hemorragia no pulmão fez o resto. Caiu na porta da frente, entre as escadas e o modesto jardim."
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Matar para não morrer”, de Mary Del Priore, publicado pela editora Editora Pausa, em 2020 e com 164 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Pausa
Páginas: 164
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6587218083
ISBN13: 9786587218083
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 15,00
- Largura (cm): 22,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Pausa costumam explorar narrativas que transitam entre o histórico e o intimista, com um olhar atento à biografia e à memória, muitas vezes a partir de personagens reais ou quase contemporâneos. A experiência de leitura varia entre textos densos, como biografias detalhadas e ensaios reflexivos, e narrativas mais breves e atmosféricas, como contos que evocam ambientes específicos, como festas amazônicas ou salões cariocas. O catálogo sugere uma atenção especial a temas de identidade, memória social e conflitos pessoais, com um tom que pode ir do suspense e mistério ao didatismo e à introspecção. Há obras que combinam ritmo narrativo envolvente com abordagens mais analíticas, o que indica diversidade no estilo e no público-alvo.
