
Título: Materia de Memoria
Autor: Carlos Heitor Cony
Sinopse: Tino é um pintor de sucesso que vive solitário em Copacabana; Selma é uma mulher madura e determinada, que rememora o passado num longo voo de volta ao Rio de Janeiro. Ambos são unidos pelo amor e pela perda. Agora, prestes a se reencontrarem, as impossibilidades de sua relação vêm à tona. Quinto romance de Carlos Heitor Cony, Matéria de memória foi publicado pela primeira vez em 1962 e ainda hoje impressiona pela sua força narrativa e pela precisão do autor em descrever os desamores e sofrimentos de pessoas interligadas num intricado triângulo amoroso. O livro é narrado por três personagens centrais nessa trama. Cada qual tem seu modo particular de contar a história, cada um nutre suas próprias lembranças, e aos poucos o leitor encaixa as peças deste implacável romance de Cony.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Materia de Memoria”, de Carlos Heitor Cony, publicado pela editora Alfaguara, em 2010 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Alfaguara
Páginas: 200
Ano: 2010
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8579620147
ISBN13: 9788579620140
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,349
- Altura (cm): 23,40
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Alfaguara convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre o suspense intenso e a reflexão profunda sobre temas sociais contemporâneos. Em seu catálogo, convivem histórias que exploram desde crimes reais e suas consequências culturais até trajetórias pessoais marcadas por perdas e reconstruções, frequentemente ambientadas em contextos latino-americanos ou europeus. A prosa costuma alternar entre o ritmo acelerado de thrillers e o tom mais contemplativo de romances que investigam memórias e identidades, apresentando personagens complexos em situações limite. A diversidade de vozes sugere uma preferência por obras que desafiam o leitor a acompanhar tramas intricadas, ora com tensão crescente, ora com uma escrita mais densa e poética.
