
Título: Me chame à meia-noite
Autor: Rachel Griffin
Sinopse: Tana Fairchild nasceu com toda a sua vida definida. Ela sempre soube que deveria se casar com o filho do governador e garantir uma aliança entre as bruxas da ilha de Encantamento e as pessoas do continente que enxergam a magia como ameaça. Por anos, o coven de Tana apaziguou os ânimos entre bruxas e humanos, praticando apenas magia baixa e liberando a maior parte dela no oceano. Porém, quando Tana comete o erro fatal de perder esse ritual ― o que pode lhe custar a vida ―, não há ninguém a quem ela possa recorrer... apenas Wolfe, o responsável por fazê-la perder tal compromisso. Wolfe é membro de um coven que pratica magia proibida, algo que Tana imaginou não existir mais ― pelo menos em Encantamento. O grupo vive nas sombras, praticando magia de maneira reclusa, mas acredita que o coven de Tana faz estragos muito maiores ao renegar os próprios poderes. Afinal, os rituais mensais que praticam, nos quais o excesso de magia é lançado no mar, o tornam mais violento e as correntezas ficam cada vez mais incontroláveis, um perigo que pode destruir a aliança com o continente e até mesmo a ilha. Ele concorda em ajudá-la, mas com uma condição: Tana terá de aprender a usar a magia que Wolfe pratica. Uma magia que a faz se sentir poderosa. Viva. Mas Tana precisará escolher entre a lealdade ao seu povo e a lealdade ao próprio coração.
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Me chame à meia-noite”, de Rachel Griffin, publicado pela editora Astral Cultural, em 2024 e com 352 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Astral Cultural
Páginas: 352
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6555665629
ISBN13: 9786555665628
Sobre a editora
Os livros da editora ASTRAL CULTURAL revelam um catálogo que transita entre narrativas de transformação pessoal e histórias de aventura com elementos fantásticos. A experiência de leitura varia do tom mais reflexivo e denso, como em relatos marcados por temas de racismo e superação, até tramas que exploram mundos mágicos e conflitos intensos, com ritmo que alterna entre suspense e emoção. Há também obras que adotam linguagem acessível e didática, especialmente em títulos voltados para o autoconhecimento, saúde e finanças, indicando um interesse por temas contemporâneos e práticos. O material de apresentação indica um equilíbrio entre textos mais narrativos e outros de caráter informativo, com um público leitor que pode variar desde jovens até adultos em busca de conteúdo tanto literário quanto utilitário.
