
Título: Mea-Culpa
Autor: Carlos Alberto de França
Sinopse: A obra é narrada em terceira pessoa e não raramente utiliza da articulação poética de versos ritmados misturados à prosa dominante de viés referencial. São estrofes pontuais de sílabas com rima e prosódia saudosista, as quais se mostram sobremaneira condizentes com a proposta do enredo em questão. E isso já diz muito do caráter do seu narrador, ou seja, ele um memorialista inconteste. Sendo assim, está claro que nada é aleatório ao discurso de Mea-culpa, escrito por Carlos Alberto de França, e o leitor atento perceberá o quanto de poesia e simbolismo há debaixo desse pano de fundo multifacetado chamado memória. E a confissão de culpa de um homem condenado por sua própria conduta, tendo sempre que perder ou fugir de suas mais fortes ligações na cena turbulenta, a dialogar no fim, com a própria imagem cheia das cicatrizes do tempo. Acabamento: Brochura. Peso: 142g. Dimensões: 21 x 14 x 0.6.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Mea-Culpa”, de Carlos Alberto de França, publicado pela editora Autografia Editora, em 2020 e com 108 páginas, integra a categoria Romance - Estrangeiro. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Autografia Editora
Páginas: 108
Ano: 2020
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9786555318364
Sobre a editora
Os livros da editora AUTOGRAFIA EDITORA apresentam uma variedade de temas que transitam entre a literatura poética, narrativas de aventura e obras de caráter acadêmico e social. A experiência de leitura pode ser tanto contemplativa, com poesias que exploram o amor e a identidade cultural, quanto instigante, em histórias que envolvem mistérios e jornadas em cenários naturais e urbanos. O catálogo sugere obras que dialogam com questões contemporâneas, como políticas educacionais, saúde mental e direitos sociais, além de textos que mesclam o didático com o reflexivo. Essa diversidade indica uma produção que valoriza tanto o envolvimento emocional quanto o pensamento crítico, com ritmos que vão do mais lírico ao mais analítico.
