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Meandros da História: Trabalho e poder no Grão-Pará e Maranhão Séculos XVIII e XIX

Título: Meandros da História: Trabalho e poder no Grão-Pará e Maranhão Séculos XVIII e XIX

Autor: Flávio dos Santos Gomes

Sinopse: Em termos etimológicos, meandro deriva de palavra grega que designa um rio da Asia Menor. Este rio, que desemboca no mar Egeu, despertava a atenção dos povos helênicos devido a sua sinuosidade, da mesma forma que os rios amazônicos despertaram a atenção dos indios, colonizadores, regatões, viajantes e ...historiadores! Não por acaso o Amazonas era conhecido como "cobra grande". A associação da palavra meandro com a área do conhecimento à qual se dedicam os autores do presente livro é, pois, imediata. Desde a Antiguidade, a historiografia se revelou uma produção marcada pelo seu caráter sinuoso, à qual podemos aplicar, sem exagero, os sentidos figurados da palavra meandro: complexa, emaranhada, complicada, difícil, enredada, intrigante e, por vezes, confusa. Em alguns de seus meandros, escuros e tortuosos, os autores que compõem essa coletânea imaginam poder surpreender a História da Amazônia e desvendar para os leitores algo da sua beleza, encantamento e fascínio.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Meandros da História: Trabalho e poder no Grão-Pará e Maranhão Séculos XVIII e XIX”, de Flávio dos Santos Gomes, publicado pela editora UNAMAZ, em 2005 e com 381 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: UNAMAZ

Páginas: 381

Ano: 2005

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8586037168

ISBN13: 9788586037160

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Flavio dos Santos Gomes conduz a um mergulho denso e detalhado na história das populações negras no Brasil, especialmente no período da escravidão e suas consequências. A prosa se apresenta fluente, mas carregada de complexidade, refletindo os meandros sinuosos da historiografia que o autor explora. O ritmo varia entre análises minuciosas e narrativas que revelam tensões políticas, sociais e culturais, enfatizando a resistência e a construção de identidades coletivas. A experiência é marcada por um olhar atento às múltiplas camadas da memória e da luta, que desafia o leitor a compreender processos históricos não lineares, com personagens que ganham densidade pela riqueza documental e pela reconstrução crítica. Nos livros de Flavio dos Santos Gomes, o leitor encontra um convite para refletir sobre as fronteiras entre passado e presente, entre história oficial e memória silenciada.

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