
Título: Medea and Her Children
Autor: Liudmila Ulítskaia
Sinopse: Medea Georgievna Sinoply Mendez is an iconic figure in her Crimean village, the last remaining pure-blooded Greek in a family that has lived on that coast for centuries. Childless Medea is the touchstone of a large family, which gathers each spring and summer at her home. There are her nieces (sexy Nike and shy Masha), her nephew Georgii (who shares Medea’s devotion to the Crimea), and their friends. In this single summer, the languor of love will permeate the Crimean air, hearts will be broken, and old memories will float to consciousness, allowing us to experience not only the shifting currents of erotic attraction and competition, but also the dramatic saga of this family amid the forces of dislocation, war, and upheaval of twentieth-century Russian life.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Medea and Her Children”, de Liudmila Ulítskaia, publicado pela editora Schocken, em 2004 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Schocken
Páginas: 320
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780805211443
Sobre a editora
Os livros da editora Schocken costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por textos densos e reflexivos, que transitam entre memórias pessoais, ensaios históricos e narrativas existenciais. O catálogo privilegia obras que exploram conflitos profundos, como a luta contra regimes totalitários, crises de identidade cultural e dilemas éticos, frequentemente ambientados em contextos históricos complexos, como o Holocausto, o Oriente Médio contemporâneo e o universo judaico. A linguagem tende a ser precisa e cuidadosa, com um tom que varia do intimista ao analítico, convidando o leitor a refletir sobre temas como memória, identidade, autoridade e espiritualidade. Entre os livros, há desde relatos autobiográficos até diálogos filosóficos, o que sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras mais informativas e interpretativas.
