
Título: Medicina Humanista
Autor: Hebert Benson
Sinopse: Título original: THE MIND/BODY EFFECT - How Behavioral Medicine Can Show You the Way to Better Health MEDICINA HUMANISTA A Ciência do Comportamento para uma saúde melhor Na prática da Medicina moderna é muito frequente considerar-se mente e corpo como duas entidades distintas e separadas. A crescente especialização tem impedido que se tratem os pacientes como pessoas "totais" ; somos indivíduas em grupos abstratos de órgãos sem que sejam situados, em seus devidos contextos, os sintomas concretos. Neste livro, o Dr. Herbert Benson analisa com profundidade os conceitos da Medicina de Comportamento, baseada em uma sólida relação médico-paciente. Quando um médico - prova-nos o Autor - conhece profundamente os seus pacientes, quando conta com sua confiança, uma série de sintomas pode ser facilmente eliminada. Na Medicina Humanista (de Comportamento) o paciente é considerado como uma totalidade, já que é sabido que aquilo que acontece em nossa em nossa mente influi diretamente em nossa saúde. Nota: Na 1ª página tem um nome escrito. Nada que estrague o livro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Medicina Humanista”, de Hebert Benson, publicado pela editora Brasiliense, em 1980 e com 163 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 163
Ano: 1980
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
