
Título: Medieval manuscripts in the digital age
Autor: Benjamin Albritton
Sinopse: Este volume explora a presença digital de um grande repositório de manuscritos e levanta questões oportunas sobre o estudo de livros a uma distância temporal e espacial através do ambiente online. Com contribuições de um grande grupo de renomados estudiosos internacionais, o volume avalia o impacto de poder acessar e interpretar esses manuscritos antigos de novas maneiras. Explorando os usos das representações digitais dos textos medievais e seus contextos, os pesquisadores consideram os manuscritos de múltiplas perspectivas, incluindo produção, materialidade e recepção. Além disso, o volume explica novas estruturas interdisciplinares de análise para o estudo da relação entre textos e seus contextos físicos, enquanto centra-se em uma apreciação das oportunidades e desafios efetivados pela representação digital de um objeto tangível. As abordagens se estendem desde a codicológica, paleográfica, linguística e cultural até considerações sobre a recepção do leitor, a produção de imagens e as implicações das novas tecnologias para as descobertas futuras.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Medieval manuscripts in the digital age”, de Benjamin Albritton, publicado pela editora Routledge, em 2020 e com 250 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Routledge
Páginas: 250
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0367498774
ISBN13: 9780367498771
Sobre a editora
Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.
