
Título: Memorial de Aires
Autor: Machado de Assis
Sinopse: Publicado no ano de sua morte, este último romance escrito por Machado de Assis, organizado como uma série de entradas de diário, é um retrato fiel e emocionante tanto da história do Brasil quanto da solidão da velhice. Último romance escrito por Machado de Assis, Memorial de Aires foi publicado em 1908, ano da morte do autor. Intimista e atento aos detalhes do cotidiano, conta múltiplas histórias de personagens diversos em idade e classe social, constituindo um caleidoscópio que se modifica a cada leitura. Composta em forma de diário, a obra abarca os anos de 1888 e 1889 absolutamente centrais para a história do Brasil da vida do diplomata aposentado José da Costa Marcondes Aires e de seu círculo de relações. Aqui, o conselheiro Aires, personagem que já aparecera em Esaú e Jacó, compartilha com o autor a condição de viuvez. Ao tratar da velhice e da solidão, Machado de Assis constrói um livro que, apesar de parecer discreto, tem fundo irremediavelmente complexo e ambíguo e dá testemunho da violência presente na realidade social brasileira. Introdução, estabelecimento de texto e notas de Marta de Senna e Marcelo Diego.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Memorial de Aires”, de Machado de Assis, publicado pela editora Penguin-Companhia, em 2022 e com 250 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin-Companhia
Páginas: 250
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6557823779
ISBN13: 9786557823774
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin-Companhia conduzem o leitor a uma experiência de imersão em narrativas que transitam entre clássicos literários e reflexões históricas profundas. O catálogo privilegia obras que exploram conflitos humanos fundamentais — como amor, poder, justiça e liberdade — em contextos que vão desde antigas tragédias gregas até os dramas sociais do século XIX e XX. O tom das publicações varia entre o dramático e o ensaístico, com textos que frequentemente dialogam com questões políticas e sociais, como escravidão, revolução e direitos humanos, sempre com uma linguagem acessível, mas rica em detalhes e nuances. A diversidade do catálogo inclui tanto narrativas ficcionais densas, com personagens complexos e dilemas morais, quanto ensaios e autobiografias que convidam à reflexão crítica sobre a história e a cultura.
