
Título: Memórias das Palavras Indígenas
Autor: Luís Donisete Benzi Grupioni
Sinopse: Abacaxi, Açaí, e Anhembi. Caju, Caramuru e Curumim. Ibiúna, Iguaçu e Ipiranga. Mandioca, Maracujá e Muriçoca. Paca, Pacaembu e Pindorama. Você sabia que todas essas palavras são de origem indígena? O Brasil é o país que abriga a maior diversidade linguística no contexto sul-americano. Conhecer a riqueza e a variedade das línguas faladas hoje é um passo importante para reconhecer a diversidade cultural que marca a sociedade brasileira. Em Memórias das palavras indígenas, Luís Donisete apresenta ao leitor palavras de origem indígena que fazem parte do nosso vocabulário, que usamos no dia a dia para designar a fauna, a flora, os lugares, os alimentos e outras coisas. A obra também apresenta diversas informações sobre a realidade atual do índio no Brasil.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Memórias das Palavras Indígenas”, de Luís Donisete Benzi Grupioni, publicado pela editora Global Editora, em 2015 e com 68 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 68
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526020439
ISBN13: 9788526020436
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
