
Título: Memórias de Helena de Tróia
Autor: Sophie Chauveau
Sinopse: Ninguém jamais deu voz a Helena, Helena de Tróia, ou melhor, de Esparta. Na fronteira entre o Mito e a História, tornou-se o alvo indefeso das acusações que os homens costumam fazer às mulheres, parecendo sempre fútil e indefesa. A Helena de Sophie Chauveau é totalmente diferente. É extremamente sensual e bela como uma deusa, mas inteligente também e com visão política. Percebeu que a guerra de Tróia foi um choque de civilizações, a passagem do rigor do matriarcado original para a selvageria da idade do ferro, na qual os homens mergulharam com prazer. Leve e brilhante como a própria Helena, o romance de Sophie Chauveau é fruto de muita imaginação e vários anos de trabalho. Aprofundou-se nos fatos e fábulas que explicam o que somos e desvenda os mistérios da Grécia Antiga como que transita no tempo, entre o passado e o futuro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Memórias de Helena de Tróia”, de Sophie Chauveau, publicado pela editora Rosa dos Tempos, em 1991 e com 377 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Rosa dos Tempos
Páginas: 377
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585363215
ISBN13: 9788585363215
Sobre a editora
Os livros da editora Rosa dos Tempos exploram temas ligados à condição feminina, espiritualidade e transformações sociais, com narrativas que transitam entre o ensaio, a análise crítica e a ficção com toques de realismo mágico. A leitura frequentemente envolve reflexões sobre gênero, poder e identidade, apresentando tanto obras de rigor acadêmico acessível quanto histórias com ritmo envolvente e personagens marcantes. O catálogo sugere uma preocupação constante com a voz das mulheres, seja em contextos históricos, culturais ou psicológicos, e inclui desde relatos densos até textos que dialogam com a espiritualidade e a busca por sentido. O tom varia entre o didático e o poético, com textos que convidam à reflexão e ao questionamento de padrões estabelecidos.
