
Título: MEMÓRIAS DO CÁRCERE
Autor: Graciliano Ramos
Sinopse: Graciliano Ramos foi um renomado escritor brasileiro, considerado um dos principais representantes do Modernismo no Brasil. Nascido em Quebrangulo, Alagoas, Ramos iniciou sua carreira como jornalista e, posteriormente, tornou-se conhecido por suas obras literárias. Graciliano é reconhecido como o principal escritor do Modernismo, integrando o grupo que iniciou o realismo crítico ao abordar os desafios brasileiros, tanto de forma geral quanto específica a uma determinada região, nos chamados Romances Regionalistas. Publicada em 1953, a obra Memórias do Cárcere, de Graciliano Ramos,, após a sua morte, retrata o período em que o escritor esteve preso em 1936, vítima da ditadura estado-novista em vias de instauração. As quatro partes que compõem a obra – Viagens, Pavilhão dos primários, Colônia correcional e Casa de correção – dão uma visão aprofundada da realidade do país e da situação do preso na década de 30. Memórias do Cárcere é uma obra questionadora da historiografia oficial, uma vez que desnuda tensões sociais e políticas muitas vezes não revelados e aponta novos olhares à sociedade e ao próprio ser humano no Brasil.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “MEMÓRIAS DO CÁRCERE”, de Graciliano Ramos, publicado pela editora Lebooks Editora, em 2024 e com 660 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lebooks Editora
Páginas: 660
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Lebooks Editora conduzem o leitor por uma experiência que combina rigor intelectual e narrativa envolvente, transitando entre biografias de figuras históricas, clássicos da literatura e obras filosóficas. O catálogo privilegia textos que exploram temas como a condição humana, a ética, e a crítica social, muitas vezes com um tom reflexivo e denso, mas também com momentos de humor e sátira. Há uma clara valorização de obras que dialogam com questões universais, como a luta pela sobrevivência, a busca por sentido e a análise crítica de sistemas econômicos e sociais. O ritmo das obras varia entre narrativas mais contemplativas e outras com tensão crescente, como relatos de conflitos e desafios humanos, o que sugere um público leitor interessado em reflexões profundas e histórias marcantes.
