
Título: Memórias do Cárcere: Vol. 2
Autor: Graciliano Ramos
Sinopse: O retratto de uma época onde aparece tudo o que o homem possui de generoso e baixo: a truculência gratuita do negro que encosta a pistola ao corpo do prisioneiro, sem qualquer necessidade; a gentileza do soldado que faz as pequenas compras; a singularidade do oficial que oferece dinheiro ao preso; do cacereiro que lamenta a má qualidade da alimentação, a pequenez do ladrão que se esconde por causa de uma quantia insignificante. É a sordidez dos ambiente, o porão de navio imundo, o confinamento no quarto com o companheiro palrador, a cela da penitenciária. Os problemas da vida em comum, quando os presos se mostram na sua verdadeira dimensão com a ausência de disfarces a que a vida exterior obriga. Na promiscuidade geram-se estranhos sentimentos e impulsos. Entre alguns, a repulsa imediata, o horros instantâneo. Entre outros, a afinidade logo descoberta. É a vida que escorre lentamente, em cada página.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Memórias do Cárcere: Vol. 2”, de Graciliano Ramos, publicado pela editora Livraria Martins Editora, em 1969 e com 308 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Livraria Martins Editora
Páginas: 308
Ano: 1969
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 5601072408500
Sobre a editora
Os livros da editora Livraria Martins Editora costumam oferecer uma experiência de leitura marcada pela atenção a narrativas densas e clássicas, muitas vezes com foco em contos e textos literários de grande tradição. O catálogo sugere obras que exploram tanto o universo da ficção histórica e dramática quanto a literatura policial e o suspense, com um tom que varia do sombrio ao reflexivo. A linguagem tende a ser elaborada, com notas e introduções que contextualizam os textos, favorecendo leitores que apreciam aprofundamento e nuances. Há também um recorte evidente para obras com ambientações que vão do confinamento e tensão psicológica até o drama shakespeariano e a literatura russa, indicando uma diversidade temática com certa unidade no rigor literário.
