
Título: Memórias do Condado de Hecate
Autor: Edmund Wilson
Sinopse: O seis contos de Memórias do condado de Hecate saíram em 1946, mas, por seu conteúdo "pornográfico", permaneceram banidos até 1959. Os enredos desenvolvem-se na era do jazz e da Grande Depressão americana. Seu autor, Edmund Wilson (1895-1972) - o mesmo de Rumo à estação Finlândia -, acompanha aqui as euforias e frustrações da vida burguesa e boêmia de Manhattan, descobre o tédio por trás dos vestidos elegantes e das intermináveis rodadas de dry martini e flagra certos embustes da vida intelectual. Wilson foi um autor que praticou inúmeros gêneros: poesia lírica, jornalismo político, teatro, relato de viagem, crítica literária, história intelectual, memorialismo, ficção. Brilhou em todos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Memórias do Condado de Hecate”, de Edmund Wilson, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1999 e com 416 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 416
Ano: 1999
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571649138
ISBN13: 9788571649132
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,515
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
