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Memórias Póstumas de Brás Cubas

Título: Memórias Póstumas de Brás Cubas

Autor: Machado de Assis

Sinopse: Diz-se que em 1889, proclamada a República brasileira, Eça de Queiroz teria perguntado: "Que pensará Machado de tudo isso?". Machado ia já perto dos 50 anos e, embora favorável à abolição e às reformas , era conhecido seu ceticismo diante da ideia republicana. Não lhe interessaria a política, da mesma maneira que não interessaria o "realismo"? Cabia a pergunta do mestre português, endereçada ao escritor brasileiro mais respeitado da época. De fato, Machado de Assis escrevia e pensava política, mas não em seus romances. Para isso, reservou o espaço das crônicas e do artigos de jornal. Desde muito jovem, Machado é colaborador literário de vários periódicos cariocas: inicia Correio Mercantil (1855) e, quatro anos depois, estreia como crítico teatral de "O Espelho". Passa de redator de "O Diário do Rio de Janeiro" e de "A semana Ilustrada" a crítico em "O Futuro", "Jornal das Famílias", "Ilustração Brasileira, "O Cruzeiro", "O Globo". Também como crítico, participa das duas fases da "Revista Brasileira", além de escrever para "A Estação" e para a "Gazeta de Notícias". São algumas dessas publicações que acolhem a primeira edição de seus romances: "A Mão e a Luva e "Helena", publicados pelo "O Globo"; "Iaiá Gareia (...)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, publicado pela editora Sá editora, em 2000 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Sá editora

Páginas: 192

Ano: 2000

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8588193035

ISBN13: 9788588193031

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Machado de Assis é um mergulho em narrativas que oscilam entre o irônico e o melancólico, com um ritmo que varia do introspectivo ao satírico. O leitor se vê diante de personagens complexos, muitas vezes narradores pouco confiáveis, que revelam suas dúvidas, contradições e a hipocrisia social de um Brasil em transformação. A prosa é marcada por uma ironia fina e uma análise psicológica profunda, que desafiam o leitor a questionar a sanidade, a moral e as relações humanas. Em meio a esse jogo de perspectivas, o humor ácido e a crítica social se entrelaçam, criando uma experiência de leitura que é ao mesmo tempo envolvente e inquietante.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Sá Editora trazem narrativas que transitam entre o íntimo e o social, explorando relações humanas sob diferentes prismas, como o cuidado, a memória e o enfrentamento de desafios pessoais. A experiência de leitura costuma envolver personagens em situações de transformação, muitas vezes marcadas por conflitos emocionais profundos ou pela busca de autoconhecimento. O tom varia do sensível e reflexivo ao leve e bem-humorado, especialmente em obras voltadas para o público infantil. O catálogo indica uma atenção especial a temas como psicanálise, espiritualidade e trajetórias de vida, com histórias que podem ser tanto mais narrativas quanto informativas, dependendo do foco do livro. Essa diversidade convida o leitor a navegar entre relatos pessoais, ensaios e ficções que dialogam com questões contemporâneas e existenciais.

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