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Memórias póstumas de Brás Cubas

Título: Memórias póstumas de Brás Cubas

Autor: Machado de Assis

Sinopse: Em meados da década de 1870, Machado de Assis já desfrutava do prestígio de ser um dos autores mais importantes do país, ao lado de nomes como José de Alencar e Joaquim Manuel de Macedo. Todavia, entre 1880 e 1881, a carreira de Machado tomou um rumo inesperado: com a publicação de “Memórias póstumas de Brás Cubas”, aquele que seria nosso maior prosador elevou a literatura brasileira a um novo patamar, e seus ecos persistem até os dias de hoje. Na obra, o finado Brás Cubas decide contar sua história por uma ótica bastante inusitada: em vez de começar pelo seu nascimento, sua narrativa inicia-se pelo óbito. Enquanto rememora as experiências que vivera, entre uma digressão e outra, o defunto-autor tece uma série de reflexões sobre a vida e sobre a sociedade da época, com serenidade e bom-humor, e o leitor se surpreenderá ao constatar a atualidade de suas observações. “Memórias póstumas de Brás Cubas” pôs em xeque o conceito de Realismo literário, de romance e a própria forma de se fazer literatura. Divisor de águas na literatura brasileira, é uma obra à qual não se pode ficar indiferente.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Memórias póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, publicado pela editora Martin Claret, em 2021 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Martin Claret

Páginas: 416

Ano: 2021

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Machado de Assis é um mergulho em narrativas que oscilam entre o irônico e o melancólico, com um ritmo que varia do introspectivo ao satírico. O leitor se vê diante de personagens complexos, muitas vezes narradores pouco confiáveis, que revelam suas dúvidas, contradições e a hipocrisia social de um Brasil em transformação. A prosa é marcada por uma ironia fina e uma análise psicológica profunda, que desafiam o leitor a questionar a sanidade, a moral e as relações humanas. Em meio a esse jogo de perspectivas, o humor ácido e a crítica social se entrelaçam, criando uma experiência de leitura que é ao mesmo tempo envolvente e inquietante.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Martin Claret oferecem uma experiência de leitura que combina profundidade psicológica e riqueza histórica, transitando por narrativas que exploram tanto conflitos existenciais quanto contextos sociais e culturais marcantes. As obras frequentemente apresentam personagens complexos, cujas jornadas envolvem dilemas morais, transformações pessoais e críticas sociais, tudo isso em cenários que vão da Idade Média europeia a paisagens brasileiras e ambientes urbanos. O catálogo revela um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances clássicos e biografias, e outros de caráter analítico ou ensaístico, que abordam temas sociais, filosóficos e históricos com rigor. A linguagem tende a variar entre o refinado e o acessível, convidando leitores que apreciam tanto a literatura de ficção quanto obras informativas e formativas.

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