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Memórias Póstumas de Brás Cubas

Título: Memórias Póstumas de Brás Cubas

Autor: Machado de Assis

Sinopse: “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, obra publicada em 1881, conta a história daquele que é considerado o maior hipócrita da literatura brasileira: Brás Cubas, personagem tipicamente burguês, sem objetivos e bastante contraditório que resolve escrever sua história depois de morto, tornando-se o primeiro autor defunto da humanidade. A narrativa é marcada pela desordem cronológica, o excesso de transgressões e reflexões – que muitas vezes suspendem a narrativa por muitos capítulos – e a aparente falta de conexão entre os pensamentos do narrador e o que é contado. O romance também é recheado de ironia e bom humor, como recursos para combater verdades absolutas, e pede um leitor bastante atento e desconfiado quanto às afirmações do narrador. Além desses elementos, Machado de Assis lançou mão de outros para criticar a sociedade de sua época, bem como suas filosofias: o Humanitismo, a frágil inteligência de seu narrador e seu espírito mediano. Isso já basta para se perceber que estamos diante de uma obra singular. Por isso, caro leitor, não crie expectativas equivocadas. Leia este romance de coração e cabeça abertos – principalmente cabeça aberta – e encare-o como um manual de filosofia para iniciantes. Mas um manual divertido, muito divertido.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, publicado pela editora De LA Flor S.R.L. Ediciones, em 2003 e com 283 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: De LA Flor S.R.L. Ediciones

Páginas: 283

Ano: 2003

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13: 9789505151905

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Machado de Assis é um mergulho em narrativas que oscilam entre o irônico e o melancólico, com um ritmo que varia do introspectivo ao satírico. O leitor se vê diante de personagens complexos, muitas vezes narradores pouco confiáveis, que revelam suas dúvidas, contradições e a hipocrisia social de um Brasil em transformação. A prosa é marcada por uma ironia fina e uma análise psicológica profunda, que desafiam o leitor a questionar a sanidade, a moral e as relações humanas. Em meio a esse jogo de perspectivas, o humor ácido e a crítica social se entrelaçam, criando uma experiência de leitura que é ao mesmo tempo envolvente e inquietante.

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