
Título: Men of Men
Autor: Wilbur Smith
Sinopse: It is the age of empire of blood and conquest, of boundless excitements and possibility. Striding in the footsteps of the pioneers in Zouga Ballantyne. His dream begins in the danger and drudgery of the diamond pits and ends on the rich grasslands of Matabeleland - but not before a king and a proud warrior nation has paid the price of History... '(....) During the reign of Queen Victoria, Englishmen answering the call of Empire voyaged out to take possession of half their known world. Some journeyed north from the Cape in search of fold, land, cattle, loot. Some to the danger and drugery of the diamond pits. But not before a king had died and a nation of proud warriors shattered. The author has used his deep love and understanding of southern Africa's history to create a novel of spellbinding action and romance.' ==== https://en.m.wikipedia.org/wiki/The_Ballantyne_Novels https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cecil_Rhodes
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Men of Men”, de Wilbur Smith, publicado pela editora Mandarin, em 1981 e com 706 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mandarin
Páginas: 706
Ano: 1981
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0749303735
ISBN13: 9780749303730
Sobre a editora
Os livros da editora Mandarin oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre o histórico e o contemporâneo, com forte presença de conflitos humanos intensos e cenários que vão desde impérios coloniais até realidades urbanas sombrias. O catálogo revela um interesse por histórias que exploram tensões sociais, mistérios e dilemas morais, frequentemente com personagens imersos em ambientes carregados de tensão e ambiguidade. Há obras que se apoiam em um ritmo mais denso e dramático, enquanto outras adotam um tom irônico e até humorístico, sobretudo em textos curtos e ensaísticos. Essa diversidade cria um contraste interessante entre a ficção mais épica e as narrativas que dialogam diretamente com questões sociais e culturais.
