
Título: Menina d'água fluvial
Autor: Augusto Borges
Sinopse: A maternidade só ganha vida através do tempo, porque talvez o molde de criação não seja inquebrável, mas há mães que precisam de um certo prazo para entender que nem tudo pode ser maternal. Entre passado e presente, uma geração de mulheres se revela e desdobra seus temores em relação à vida. Clarice e Madalena vivem se distanciando do acalento, enquanto Clarice quer sair da casa imaginando o mundo fora dela, Madalena quer restringir os seus passos por conta do medo que carrega relacionado a um corpo d'água. Essa é uma das relações maternas que se unirá à outras como se fossem afluentes de rio. O rio que vai interligar a vida e a morte entre essa geração, permitindo que a árvore familiar se sustente por mais tempo, sendo o responsável por deixar que as memórias perdurem e sejam revividas por marcas nas paredes feitas do barro. E são exatamente nelas que Madalena acredita que o amor materno está. Gatilhos: Apego emocional à coisas materiais, luto, relação maternal conturbada
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Menina d’água fluvial”, de Augusto Borges, publicado pela editora Publicação independente, em 2023 e com 203 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Publicação independente
Páginas: 203
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Publicação independente apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o romance emocional, a fantasia política e a ficção histórica, sempre com personagens que enfrentam dilemas profundos e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram relações humanas complexas, como amores que desafiam o tempo ou reencontros marcados por perdão e segredos. Além disso, há obras que mesclam elementos fantásticos e filosóficos, criando atmosferas que convidam à reflexão sobre destino e identidade. A linguagem tende a ser acessível, com ritmo que varia entre o envolvente e o contemplativo, atendendo a leitores que buscam tanto entretenimento quanto questionamentos mais densos.
