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Menina Que Engoliu o Sapo, A

Título: Menina Que Engoliu o Sapo, A

Autor: Bittencourt Dilma

Sinopse: Eis aqui uma comovente história infantojuvenil sobre a passagem do tempo: quando o pai sai de casa, tudo ganha o cinzento do inverno, que traz o sentimento da ausência e da solidão, da incompreensão e da amargura. Mas a menina, protagonista desse conto lírico, amadurece com suas lembranças e expectativas, floresce aos poucos, junto com a primavera, e finalmente se firma com a certeza do retorno do pai, na chegada do verão. De capa dura, com mais de 30 ilustrações coloridas de Miriam Lerner, autora da capa e do projeto gráfico, além de ser um libelo contra o preconceito, é também um projeto ambicioso de levar aos jovens leitores uma narrativa poética e sofisticada, que conduz ao aprimoramento do vocabulário. Com prefácio de Clara Acker, doutora em filosofia pela Universidade de Paris IV/Sorbonne, e uma Carta ao Leitor, ao final, pela psicóloga clínica e psicanalista Frinea S. Brandão.

Contexto da obra

Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Menina Que Engoliu o Sapo, A”, de Bittencourt Dilma, publicado pela editora Topbooks Editora, em 2016 e com 110 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.

Editora: Topbooks Editora

Páginas: 110

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8574752630

ISBN13: 9788574752631

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,310
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 0,90

Sobre a editora

Os livros da editora TOPBOOKS EDITORA oferecem uma experiência de leitura que combina rigor documental com narrativa acessível, transitando entre ensaios históricos, biografias detalhadas e coletâneas literárias. O catálogo revela um interesse constante por temas ligados à história brasileira, cultura, política e literatura, com obras que exploram desde o Rio de Janeiro do século XIX até análises contemporâneas da sociedade. A linguagem varia do tom erudito e didático ao mais poético e reflexivo, contemplando públicos que buscam tanto profundidade intelectual quanto envolvimento estético. Há também espaço para textos que dialogam com a psicanálise, filosofia e crítica social, sempre com atenção à construção cuidadosa dos personagens e contextos.

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