
Título: Menino do Mato
Autor: Manoel de Barros
Sinopse: Um dos últimos livros escritos por Manoel de Barros, Menino do mato sintetiza com perfeição suas aspirações e seu estilo. Esse menino, que é a consciência do poeta, deseja apreender o mundo sem explicações ou propósitos. Na primeira das duas partes que compõem esta obra, Manoel reforça sua instintiva ligação com a natureza e a infância. Em sua procura por "palavras abençoadas pela inocência", o poeta busca o universo em seu estado primordial. A segunda parte, "Caderno de aprendiz", evidencia a absoluta liberdade de sua linguagem. Aqui, as palavras deixam de nomear para nos fazer simplesmente sentir a pureza dos primeiros tempos de nossas vidas.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Menino do Mato”, de Manoel de Barros, publicado pela editora Alfaguara, em 2013 e com 120 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Alfaguara
Páginas: 120
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8579624088
ISBN13: 9788579624087
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Alfaguara convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre o suspense intenso e a reflexão profunda sobre temas sociais contemporâneos. Em seu catálogo, convivem histórias que exploram desde crimes reais e suas consequências culturais até trajetórias pessoais marcadas por perdas e reconstruções, frequentemente ambientadas em contextos latino-americanos ou europeus. A prosa costuma alternar entre o ritmo acelerado de thrillers e o tom mais contemplativo de romances que investigam memórias e identidades, apresentando personagens complexos em situações limite. A diversidade de vozes sugere uma preferência por obras que desafiam o leitor a acompanhar tramas intricadas, ora com tensão crescente, ora com uma escrita mais densa e poética.
